A igreja católica e a ideologia da pedofilia em quaisquer condições

Claudio Simeoni
traduzido por Dante Lioi Filho

Libreria Universitaria

Ibs - libri

Cod. ISBN 9788893322034

A ideologia cristã da pederastia e à pedofilia

A igreja católica e a ideologia da pedofilia em quaisquer condições

Quando afirmo que o cristianismo, e o catolicismo no nosso caso, outra coisa não é senão uma ideologia marcada pela violência da pedofilia, e pela violência da pederastia, utilizo certamente, como demonstrações das minhas afirmações os fatos noticiados que são tratados pela magistratura, mas não é sobre o fato em si que enquadro a minha atenção, como uma pessoa da sociedade civil.

Os fatos noticiados que são debatidos por magistrados são tratados do ponto de vista do código penal. Um código penal que pode compreender a infâmia social da violência, mas com frequência exclui comportamentos criminosos e infames que, devem, ao contrário, ter uma atenção maior entre as pessoas que labutam na sociedade civil.

No mês de dezembro de 2008 extraí três acontecimentos que provocaram três atitudes (complexas, porque integram pessoas e situações diferentes na divulgação delas), que demonstram a realidade da ideologia do cristianismo ao que se refere à pedofilia e à pederastia; mesmo se os fatos possam não ter uma concordância em campo judiciário pelo modo como são tratados hoje.

O primeiro caso refere-se a um casal cujos noivos casaram na igreja, sendo que o casamento foi celebrado por um padre pedófilo. Este casal reputa que tal sacerdote católico, por uma responsabilidade, no que tange à violência cometida, é indigno de ser padre católico, e por isso o matrimônio deve ser anulado.

Naturalmente, os cônjuges não conhecem a doutrina católica. Ignoram que o próprio Jesus era pederasta.

E é exatamente por reivindicar o direito para a prática da pederastia e da pedofilia, prática essa elevada a um comportamento sagrado de Jesus, que o padre Salvatore del Ciuco responde aos cônjuges católicos, recriminando-os pela ignorância doutrinal.

Diz o padre Salvatore del Ciuco aos cônjuges: "Se nós somos pedófilos, pederastas ou criminosos, é problema nosso! Nós representamos Jesus e, portanto, vocês devem colocarem-se de joelhos diante de nós". Como sacerdote diz que ele está fora e além da lei moral social, que é senhor das pessoas que, estão autorizadas apenas e tão-somente a se ajoelharem diante dele e da vontade divina que quis um pedófilo para representar Jesus.

Esta ética cristã é ocultada, escondida. Ratzinger declara guerra a ONU, mas não deve ser comentado. Isto não deve ser discutido. Os cidadãos poderiam encontrar na ONU os valores éticos e morais que a igreja católica no seu absolutismo monárquico, de feições clérigo-nazi-fascista, nega e ofende para glorificar o seu deus-patrão.

As afirmações do padre católico Salvatore del Ciuco constituem uma reivindicação de um direito da igreja católica para praticar a pedofilia e um insulto àqueles cônjuges que desejaram fazer como o fariseu encaminhando-se, para dizer ao deus-patrão deles, que eles respeitaram as leis e pretendem que esse deus, dono deles, as respeitem : que os padres católicos as respeitem. Mas é sabido que deus ama os pecadores, o violentador de meninos que, depois de ter cometido o crime de atentado violento ao pudor contra meninos, e deste modo destruído o futuro dessas crianças, tanto pessoal como social, se arrependa dos seus pecados e peça perdão como fez o pecador da parábola de Jesus. Assim o deus-patrão se compraz com o arrependimento do criminoso, enquanto olha com desprezo a quem sempre se comportou de maneira coerente com as suas próprias ideias e pode pedir ao deus-patrão para respeitar as regras, pactos e leis.

Nesta carta de Salvatore del Ciuco, que reproduzo, existe uma lição de doutrina cristã acerca da qual seria aconselhável que a sociedade civil meditasse longamente.

*Viterbo - Intervém monsenhor Salvatore del Ciuco*
*O matrimônio é válido seja celebrado tanto por um santo como por um pedófilo*
*Viterbo - 5 de dezembro de 2008 - hora: 16:30

'Recebemos e publicamos - Foi lido nos jornais locais, e nacionais, a notícia de que dois advogados ofereceram apelação à Sacra Rota para obterem a anulação do matrimônio de dois jovens esposos, porque o sacerdote, souberam depois, foi condenado por pedofilia.
Sinto muito pelos advogados que poderiam ter evitado cometer esta gafe.
Porque o tribunal da Sacra Rota recebendo a apelação deles, não pode fazer outra coisa senão relevar a profunda ignorância deles em matéria de direito canônico.
Deveriam saber que, de fato, os ministros do matrimônio são os próprios consortes, não o sacerdote, pois este é uma simples testemunha.
E isto significa que o matrimônio é válido independentemente da dignidade ou não do sacerdote.
Se os advogados estivessem mais familiarizados com S. Agostinho teriam conhecimento que ele a esse propósito escreveu: "Petrus baptizat Judas baptizat, Cristus baptizat"
Seja o que batiza Pedro (um santo) ou Judas (um traidor) é sempre Cristo que batiza. Para a boa paz de todos, o sacramento do matrimônio é válido seja um santo quem o celebra ou um pedófilo'.
Monsenhor Salvatore Del Ciuco

http://www.tusciaweb.it/notizie/2008/dicembre/5 31pedofilo.htm

No segundo episódio extraído evidencia-se quanta força tem a igreja católica ao influenciar as decisões da magistratura; especialmente da magistratura periférica. As decisões de não proceder um juízo, não são ditadas pela ausência de fatos, mas por uma interpretação limitativa dos mesmos tendo como finalidade consentir uma declaração irrelevante aos direito penal.

Uma insignificância penal justificada pelo fato de que o acusador principal é uma pessoa condenada por vários delitos e, portanto, mesmo tendo acolhido as provas pelas suas acusações, os magistrados preferem adotar um critério de juízo fascista ao invés de um critério de juízo Constitucional. Efetivamente, do momento que o acusador não corresponde à categoria moral que os magistrados desejam, o acusador torna-se não confiável. Trata-se de um critério de juízo clérigo-fascista porquê o sujeito não é um cidadão enquanto cidadão, mas é cidadão conforme a decisão subjetiva do magistrado para decidir se ele é realmente um cidadão e, portanto, portador de direitos de cidadão. Do momento que o magistrado decidiu que o acusador não é confiável, decidiu inclusive que a vítima, porque não é confiável, apesar de ter sido vítima de violência não tem direito à justiça.

Este sistema de manipulação das leis, e das normas, nós o encontramos com frequência nas magistraturas periféricas. Menos na Corte de Cassação inclusive se com frequência a Cassação usa de exceções aplicando regras diversas, segundo a categoria social do imputado. Só que a Cassação, quando existem muitas divergências, geralmente sentencia em câmaras reunidas.

Neste caso há as aprovações, mesmo sendo parciais, de moléstias por parte dos imputados ou alguns deles e há os confrontos do material pornográfico de pedofilia no computador, em virtude do qual muitas pessoas têm sido interrogadas e condenadas. Há as propinas derramadas para fazer calar a testemunha. Há acusações que por causa desses acertos pedem-se para serem arquivadas.

Poder de pressão da igreja católica?

A dúvida permanece. Se não houvessem essas comparações, poderíamos, inclusive, acreditar, ser uma pura e simples extorsão. Provavelmente, os motivos das acusações tenham como estímulo a extorsão, mas isto não elimina o fato de que existiam provas suficientes para o prosseguimento.

Todavia, a sociedade civil não pode fazer outra coisa senão reconhecer o "putero" que esses padres tinham construído e pouco vale a defesa retórica quando, de fato, destruíram o futuro de muitos rapazes, não somente pela eventual violência física, mas pelas condições que impuseram a muitos rapazes. E a mesma carta de Poletto, o cardeal católico de Turim, demonstra o seu envolvimento em uma atividade imoral e criminosa. Quando escreve "Não lhe dê nem ao menos um botão", evitando denunciar o padre à magistratura, mas agindo para pagar-lhe os débitos, demonstra uma vontade criminosa de subversão social que os magistrados fizeram bem em perseguir.

Uma vontade em pretender reafirmar o direito da igreja católica para praticar a pedofilia, a pederastia e a violência, sem estar sujeita ao juízo da magistratura.

*12/12/2008 (9:10) - PEDIDO PARA O ARQUIVAMENTO POR PARTE DO TRIBUNAL
CONTRADITÓRIA A RECONSTRUÇÃO DE COSTA*
Perdoados
os quatro padres acusados por Costa de praticarem violência sexual
ALBERTO GAINO

Turim - Aos quatro sacerdotes envolvidos nas acusações de Salvatore Costa, e por um outro ex rapaz de programa, a investigação do tribunal terminou e da melhor forma possível a eles. O procurador adjunto Pietro Forno rubricou o pedido de arquivamento pelo quanto consta de pm Cristina Bianconi e Manuela Pedrotta. A decisão que estava em pauta era para outubro quando foram testemunhadas as investigações sobre Costa, inclusas as verbais do interrogatório do jovem explorador, agora recolhido ao cárcere por extorsão: declarações contraditórias em relação aos períodos em que teria sofrido os abusos por parte de don Luciano Alloisio e por don Nino Fiori. Circunstâncias que tornaram incertas as afirmações de que, naquela ocasião, Costa fosse, seja como for, de menor idade. O tribunal não reputou necessário também um por processo por calúnia. E isto, aliás, é um fato significativo.
Indica que Costa não foi considerado suficientemente acreditável para que a investigação em relação aos sacerdotes prosseguisse. Consideraram, certamente, também as interceptações telefônicas do jovem entre a primeira e a segunda prisão, no decorrer de duas semanas, do ano passado a julho. Costa diz à sua companheira, referindo-se ao seu primeiro degrau como jurista (aperfeiçoou-o por quatro vezes): "Senão, mando-o tomar no... e, como advogado, anulo-o... juro-te, na quinta-feira no interrogatório finjo que molestou dois meninos na minha presença e arruíno-o." A juíza de primeira instância Emanuela Gai definiu-o como sendo um "explorador profissional".
Costa parece saído de um romance como Os Miseráveis de Victor Hugo, ou melhor, dos romances de Dickens: não há recuperação até na sua existência como jovem. Faz dois filhos com uma jovem e vai morar com ela. Tem novas responsabilidades e, por isso, deve levar dinheiro para casa, mas como decide fazê-lo? Tenta por meio de esmola, passando de paróquia em paróquia. Funciona muito pouco. E então, eis que ataca por meio da extorsão, explorando a memória e a fraqueza alheia. Entendeu que don Mario Vaudagnotto, que por trinta anos tem sido ministro da liturgia católica, em Turim, é um homem frágil e por isso o atormenta. O clérigo com o tempo confia-lhe 30 mil euros. E endivida-se com outros sacerdotes. O cardeal Poletto intervém: "Não lhe dê mais nem ao menos um botão", manda-lhe dizer. Depois o ajudará a pagar os débitos.
O sacerdote ancião admite junto aos magistrados ter dado em Costa "alguns abraços e carinhos". Nem o próprio explorador acrescentou algo a mais sobre o que narrou o clérigo. Apenas dá cores às circunstâncias: "Eu o encontrava na cúria, no escritório que existia lá." O litúrgico. Dos três primeiros sacerdotes envolvidos ( o quarto, também conhecido, logo foi liberado da acusação), o clérigo é o que melhor se sai na investigação.
Depois do ultimato do cardeal, presta testemunho pm don Franco Martinacci, "don Mario escreveu uma carta à companheira que convive com Costa, que então já uma menina (era o ano de 2006). Evidenciava-se que por ordem do Cardeal não poder-se-ia mais despejar a eles nenhuma soma em dinheiro, e em caso de necessidade dever-se-ia endereçar ao reitor de San Lorenzo, isto é a mim. Mesmo estando desgostoso com a coisa, também eu assinei a carta."
O advogado Gigi Chiappero foi o defensor do clérigo. Observa: "O pedido de arquivamento da investigação nos proporciona uma justiça parcial. Don Mario teve de deixar as suas funções que se estendia por uma vida. Foi transferido de província e até enquanto viver pagará por ter sido envolvido neste acontecimento de grande clamor."
Para don Luciano Alloisio, salesiano, ex administrador de Valsalice, por mais de um ano em Roma, as acusações de Costa têm sido muito pesadas. O sacerdote admitiu, rapidamente, a um carabiniere, ter encontrado rapazes de programa em via Cavalli, jamais Costa. Deu-lhe, contudo, 7-8 mil euros antes de denunciá-lo. Assistem-no Fulvio e Nicola Gianaria. Este último comenta: "Chegou até nós, no escritório, e disse-nos ter estado com homens, jamais com menores de idade. Era sincero. Aos pm confirmou que antes perguntava a idade deles. Não cometia crime e não quer dizer nada ter ajudado economicamente um rapaz perturbado como é Costa. Até encontrou trabalho para ele. Certamente que não é agradável para uma parte das acusações, prolongadas no tempo, que se peça o arquivamento por falta de incriminações. Insistiremos para que cancele cada sombra. O nosso cliente padeceu muito, mas os amigos nunca lhe deram as costas, e as instituições eclesiásticas voltaram a ter confiança nele."
Quanto ao don Nino Fiori, Costa foi particularmente contraditório atribuindo a ele a primeira violência sofrida em sua vida, aos 14 anos, quando foi expulso para fora de casa e dormia no local aonde se lhe apresentava. "Acolheu-me na sua paróquia em Moncalieri e, à noite levou-me ao dormitório." O advogado Mauro Ronco: "Pudemos demonstrar que o sacerdote transferiu-se a Moncalieri anos depois. O tribunal aprofundou-se, como de costume, no que era incerto, e isto parece-me uma solução justa. Don Fiori suportou esta pena com um espírito cristão." No seu computador haviam imagens gráficas de pedofilia e pederastia. Uma acusação a mais que também será arquivada: "Não é pacífico que somente a visão da imagem integre o crime."

Extraído de:

http://www.lastampa.it/Torino/cmsSezioni/cronaca/200812articoli/9003girata.asp

Em data de 03 de outubro de 2009 recebo este e-mail:

De: Mons Mario Vaudagnotto [mailto:vaudag...]
Enviado: sábado, 03 de outubro de 2009 12:44
A: claudiosimeoni@libero.it
Objeto:

Respeito a
Redação Web
Com a presente peço-Lhes para cancelar URGENTEMENTE a página web abaixo discriminada:
http://www.stregoneriapagana.it/pedofiliacattolicadicembre2…
Tal publicação cita o meu nome provocando dor moral,
além de prejudicar a estima dos fiéis e a minha reputação.
Determina-se que tal procedimento tenha sido arquivado,
sem trazer algum confronto penal nas minhas relações.
Aguardo a vossa cordial colaboração,
senão serei obrigado a levar o fato às Autoridades Competentes.
Saúde. Em Cristo Jesus.
Mons. Mario Vaudagnotto

A esse e-mail respondo em dois envios pelo insulto recebido de Vaudagnotto:

De: claudiosimeoni@libero.it [mailto:claudiosimeoni@libero.it]
Enviado: sábado, 03 de outubro de 2009 13:39
A: 'Mons Mario Vaudagnotto'
Objeto: R:

Resp. Adorador do carniceiro de Sodoma e Gomorra e do louco de Nazaré
Faço-lhe observar que o artigo reproduzido foi publicado pelo diário La Stampa em data de 12 de dezembro de 2008 e não foi por iniciativa minha.
Se o Senhor desejar processar La Stampa esteja à vontade também.
A única coisa que posso fazer é acrescentar o seu esclarecimento, o seu e-mail, sob o artigo.
Em honra à Constituição da República.
Claudio Simeoni
Mecânico
Aprendiz a Stregone
Guardião do Anticristo

Em seguida, do momento que estou convencido de que a patologia de onipotência, que caracteriza um cristão, pronto para destruir e provocar danos à sociedade civil, inclusive para exaltar o seu deus, não lhe permite entender os homens que amam a Constituição da República, nem o sangue daqueles que foram mortos pelos princípios morais Constitucionais, evidencio-lhe: (Lembro-lhe que a Corte de Cassação sentenciou que os DELITOS CONTRA A HUMANIDADE jamais caem na prescrição: Do Dilúvio Universal a todos os massacres perpetrados em nome do deus patrão cristão, até hoje, até que haja uma igreja católica, como uma organização, que responda por esses delitos):

De: claudio simeoni [mailto:claudiosimeoni@libero.it]
Enviado: sábado 3 de outubro de 2009 13:58
A: 'Mons Mario Vaudagnotto'
Objeto: R:

De que se lamenta?
No artigo está escrito que o Senhor foi desculpado; no entanto resta o ambiente católico, IMPURO, IMORAL E PERIGOSO AOS RAPAZES.
Quando o ambiente católico vier a condenar o louco de Nazaré que foi preso com um menino desnudo (e a imitação dele que fizeram os padres católicos), e vier a condenar o carniceiro de Sodoma e Gomorra pelos delitos que ele cometeu, retornando à sociedade civil e respeitando a Constituição da República, só então não será mais necessário divulgar o alarme sobre a atividade criminosa dos padres católicos (como no Instituto Provolo de Verona).
Reputo vergonhoso que os cidadãos são ameaçados de morte por meio da imposição de um crucifixo, que tem como princípios morais a ofensa e a injúria à Constituição da República.
Pelo artigo está claro que o Senhor foi perdoado pelos magistrados, mas os teus atos, que foram admitidos, e constam do artigo do La Stampa, desacreditam-te tanto do ponto de vista moral e ético quanto do civil. E enquanto o Senhor quer defender a "tua" reputação, milhões de meninos em todo o mundo, são torturados e violentados por indivíduos da tua organização.
E acautela-te para não INSULTAR!
Pontífice eleito pela Federação Pagã
Claudio Simeoni
Mecânico
Aprendiz a Stregone (Bruxo)
Guardião do Anticristo

E finalmente, o terceiro episódio de dezembro de 2008 que é verificado, ocorreu na Austrália. Um país aonde a violência cometida contra menores de idade nunca prescreve, ao contrário do que ocorre na Itália, para favorecer as atividades violentas de pedofilia e de pederastia praticadas por padres católicos.

Volto a repetir, porquê não o disse suficientemente: cada padre católico é um pedófilo e um pederasta; nem todos os padres cometem violência física sobre os rapazes, mas todos exercitam a violência psíquica com a finalidade de obriga-los a serem submissos ao deus-patrão, deles. Obrigando-os a seguirem a religião de morte, deles. De modo que, enquanto essa atividade sempre foi favorecida na Itália, estando presente a cumplicidade das Instituições com as igrejas cristãs, em outros países a perseguição aos crimes dos padres católicos é muito mais eficaz.

Este caso da Austrália não é diferente, nas suas articulações, das pretensões com as quais o padre católico Salvatore del Ciuco reivindicou o direito para a prática da pederastia, dos padres católicos, como também não é diferente do comportamento assumido pelo cardeal católico Poletto à procura de impunidade às atividades criminosas dos padres católicos.

Pode-se objetar que os efeitos práticos do crime sejam diversos. Outra coisa bem diferente sucede na Austrália. Nunca eu disse que desejaria substituir-me em relação à magistratura. Eu julgo o comportamento moral, ético e social do padre católico; não compete a mim instruir os tribunais!

Devo evidenciar que os episódios de pederastia e de pedofilia como são tratados na Austrália, têm início em 1963 até 1992. É para se perguntar: qual a cumplicidade que teve o padre Phil Robson para cometer tranquilamente as suas violências? A magistratura Australiana informa-nos que foram presos 5 religiosos, mas é fácil de supor-se que o próprio Ratzinger seja co-responsável e com ele Wojtyla, Paulo VI, que por acaso, não foram submetidos a uma investigação minuciosa. Aqui não se tratam de delitos cometidos por um indivíduo doente, mas tratam-se de delitos em resposta a uma ideologia, ou seja a ideologia cristã na versão católica, que pretende a impunidade pelos delitos cometidos e a liberdade para delinquir, o que constitui a maior glória para o deus-patrão dessa ideologia.

Trata-se pura e simplesmente de terrorismo. Um terrorismo que não é perseguido pela interpretação das leis feita pelos magistrados. Para os magistrados os terroristas são aqueles imorais, brutos e pobres; não aqueles com batina de padre ou com o gorro de cardeal ou do papa católico.

*Austrália: pedofilia, 5 presos.
*Sacerdotes e religiosos algemados por abusos cometidos em colégio católico*

(ANSA) - SYDNEY, 17 DIC - Subiu a 5 o número de sacerdotes e religiosos, ex-professores e dependentes de um colégio católico na Austrália, presos por pedofilia. Mais precisamente são acusados por 130 delitos de pedofilia cometidos entre os anos de 1963 a 1992 contra meninos adolescentes entre 10 e 15 anos de idade. Padre Phil Robson, 60 anos, ex-professor e membro da Cda, foi preso ontem pelos agentes que há meses investigam as denúncias de ex-alunos do colégio Bathurst. Entre os incriminados aparecem um ex-dirigente, um ex-vice-dirigente e um capelão.

17 Dic 2008 horas: 10:18

Extraído de:

http://www.borsaitaliana.it/bitApp/news/ansa/detail.bit?id=97307

Estas são as últimas notícias que chegam até nós em dezembro de 2008.

A pretensão da igreja católica para não ser processada pelos seus atos praticados de pedofilia e de pederastia, tanto que nos USA mobilizou também a Secretaria de Estado para impedir que Ratzinger pudesse ser processado; nasce a ideologia clerical-nazista segundo a qual a igreja católica pretende dispor dos corpos dos cidadãos. Pretende continuar difundindo a ideologia do sofrimento afim de que os cidadãos renunciem aos seus direitos particulares, Constitucionais, e assim tornem-se objetos de posse por obra da igreja católica como sendo a representante do deus-patrão.

Indubitavelmente, a igreja católica praticou as ações para que episódios de pedofilia e pederastia sejam erradicados, mas a dúvida permanece: se extirpam porque não ocorrem, ou será que se extirpam porque agora se tomam maiores proteções em defesa da atividade de pedofilia e de pederastia praticada pelos padres católicos?

Além disso, com a finalidade de se evitar a inevitável criminação pelos atos ferozes levados a cabo, a igreja católica está tentando atribuir a sua pederastia aos homossexuais procurando construir a relação homossexual igual a de um pederasta. Na realidade a pedofilia e a pederastia são propagações da sexualidade dentro de padrões educacionais, aonde há a posse do outro: mais precisamente, a educação católica. É a educação católica que induz à pedofilia e à pederastia obrigando as pessoas, por um lado reprimindo a sua sexualidade e por outro lado a ativarem a excitação através de formas perversas de posse de indivíduos frágeis e tímidos.

Existe uma campanha forte, na mídia, para a condenação da pedofilia por obra da igreja católica. Uma campanha que atravessou todo o ano de 2008. Todavia, quando existem os fatos concretos surge o rosto verdadeiro e as intenções reais, da igreja católica, que coloca em ação uma defesa sem limites com os mesmos meios criminosos com os quais comandou, por séculos, com o terror da sua inquisição: INCRIMINAR A VÍTIMA!

A questão é sempre a mesma. A igreja católica não condenará nunca a atividade de pederasta do seu Jesus. Se assim o fizesse negaria o próprio fundamento da existência da igreja católica. Pode apenas dissimular, interpretar, fingir que as coisas não assim desse modo e procurando intervir para que a igreja católica, em si mesma, tome precauções das acusações descarregando, de vez em quando, naqueles padres católicos muito comprometidos e sem nenhuma defesa. Em relação a todos os outros concentra uma defesa obstinada de maneira a apresentar um percentual de condenações do mais baixo possível, contando com o fato de que a sociedade civil, na formação das suas ideias, se adapte às categorias clericais-fascistas ao invés de se adaptar às categorias que a Constituição Democrática impõe aos cidadãos.

Marghera, 02 de janeiro de 2009

Recebo da quadrilha de Ratzinger uma pretensão para a legitimação da ideologia da pedofilia católica.

Isto demonstra como as teses expostas nesta página estão absolutamente corretas.

De: Jack Burton [mailto:old_jack_burton@hotmail.it]
Enviado: quinta-feira 15 de janeiro 2009 0:12
A: claudiosimeoni@libero.it
Objeto: A igreja católica e a ideologia da pedofilia em quaisquer condições
Prioridade: Alta

Gentil não informado,
com a presente apresento-lhe o mundo. O Pedófilo não é o Padre, mas o homem. Dizer que um padre é pedófilo nos faz sentir mais seguros. Por que? Porque o padre não o consideramos iguais a nós. Portanto associamos uma coisa horrível (a Pedofilia) a alguém que está distante de nós. Se ao contrário, associássemos o mal da Pedofilia ao homem (portanto a alguém como nós) o sofrimento seria maior. ESTEJA SEGURO!!! A magia não existe. Acima de tudo, recorda-te, pequeno mecânico, que para poder blasfemar deve-se acreditar. Tu tens a fé no esfíncter anal alargado depois de ter passado o comboio de 18 vagões (pendolino) carregados com pequenos seres como tu. Se passar por Roma manda-me um e-mail, assim quando nos encontrarmos sentirei o eco que se escuta falando de perto do teu assento modelo "grotte di Frasassi". Pobre louco maníaco.

Nota deste tradutor: Este é apenas um trecho escrito por Claudio Simeoni em Gesù di Nazareth: l'infamia dell'umanità - Stregoneria Pagana

Nota: Os links mencionados estão desatualizados

A tradução foi publicada 02 de março de 2016

Aqui você pode encontrar a versão original em italiano

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La chiesa cattolica e le sue strategie sociali

Claudio Simeoni

Mecânico

Aprendiz Stregone

Guardião do Anticristo

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e-mail: claudiosimeoni@libero.it

Os hebreus e cristãos na sociedade

A nossa sociedade evidencia-se pelo ódio cristão. A nossa democracia desponta da monarquia absoluta imposta pelos cristãos. A sociedade dos direitos do homem surge de uma sociedade na qual deus tinha todos os direitos sobre o homem, inclusive o de exterminá-lo. Não existe um conceito social, uma ideia filosófica, que não seja uma emanação da ideologia cristã do domínio do homem sobre o homem.